A força das Palavras!

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Quais as formas que utilizamos para dar sentido a tudo que nos cerca? Quais ferramentas? As relações que constituímos com as pessoas do nosso trabalho, família, escola, faculdade e assim por diante.


A força criadora que dá sentido a tudo que nos cerca é o poder de nomear o que nos rodeia e assim dar sentido à vida “a palavra”.


O que sentimos para nós é importante e por assim dizer bastaria, mas quando esse sentimento se realiza no outro, o outro precisa entender através de um “signo”, ou seja, precisa encontrar sentido, através de palavras e assim como um balão vazio que não tinha a forma adequada para subir aos céus e cumprir com sua função, ao passo que se enche toma forma e passa ser compreendido da maneira mais sublime, aquilo que antes era apenas sentimento, através da significação ganhou uma expressão, materialidade e passou a existir no imaginário do outro.


E foi só através das palavras que o outro pode compreender aquilo que antes era parte do imaginário particular, do universo pessoal, o valor das palavras está em tudo que nos cerca e por estar ligado a tudo que pensamos e fazemos, as palavras perdem sua importância, caem na insignificância, no corriqueiro, na banalização, ou seja, se esvaziam de sentido.


Algumas palavras são tão banalizadas que evitamos pronunciá-las o exemplo da atualidade “o casal que cheios de sentimentos e envolvidos por aquilo que mal conseguem expressar, evitam usar a expressão: “TE AMO.” Porque nos dias de hoje é comum, se amar o carro, as roupas, a casa, e todos os objetos que constituem a materialidade, coisas que se desgastam, desprovidas de calor próprio, de alma, sentimentos e não queremos comparar aquilo que sentimos com tais objetos, logo afastamos essa expressão por entender que ela se esvaziou no seu sentido literal.


As palavras trazem sentido à vida, elas nomeiam as paisagens e as cores que tiveram sua origem no imaginário humano, as palavras traduzem os sentimentos e ganha vida, elas se transformam ao longo dos tempos, ganham novos significados, elas perdem significados, elas caem no esquecimento, elas tornam a serem lembradas, elas são banalizadas, elas são reedificadas.


A beleza do ser humano e da sua modernidade nas palavras encontra os seus sentidos mais simples e os mais importantes o entendimento do outro, a comunicação, o estabelecimento do dialogo, o debate a cerca do significado da vida, vida esta que passou a fazer sentido só a partir do momento em que foi nomeada, se tornou literal através de um signo que pode ser traduzido em várias línguas mais ainda sim o entendimento será o mesmo como “life” na língua inglesa ou “vida” na língua portuguesa.


No limite: “Não sabemos sentir sem as palavras”


Sem as palavras o mundo é vazio!

Por um Brasil Socialista!

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Nunca o Brasil foi tão influente no cenário internacional como nos dias atuais, devemos fazer uma reflexão sobre esse momento, e para tanto proponho que façamos um esforço para entender o que mudou no mundo e no comportamento brasileiro para que assumíssemos tal posição.

É bem verdade que a estabilidade econômica, o respeito às convenções, as leis, tratados e acordos celebrados nos anos anteriores (governos) foram respeitados pela atual gestão, e todos esses fatos contribuem para que a confiança seja plena na capacidade que um país tem em honrar seus compromissos.

Mas não estamos falando de uma relação comercial do Brasil com o resto de mundo, mas da política que o país apresenta para o conjunto das nações, política essa que reivindica um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, que permitiu que o Brasil pagasse sua dívida junto ao FMI, e ainda o endurecimento do governo no caso do urânio brasileiro e é preciso ressaltar a habilidade do então Ministro Eduardo Campos a época no Ministério de Ciência e Tecnologia que não aceitou a pressão e intransigência do governo americano sobre as centrifugas das Usinas de Angra no processo de enriquecimento de Urânio, a recente vitória na OMC sobre os subsídios do governo americano aos produtores de algodão, o fortalecimento do comercio com a China, a forte relação com o mundo árabe e principalmente com o continente africano. O que podemos tirar de conclusão de cada uma dessas ações do Brasil na política internacional?

Sobre tudo, como diria Gonzaguinha: “Eu vou à luta com essa juventude, Que não corre da raia a troco de nada” foi esse o sentimento que norteou o governo Lula, para que o Brasil assumisse a ponta nas discussões mais importantes no mundo, sentimento respaldado na legitimidade.

A legitimidade de um governante vem do seu povo, a legitimidade de um sindicalista, vem do seu sindicato e a legitimidade de um quadro partidário vem do seu partido, em tempos de eleições todos buscam sua legitimidade ou legitimação, o que é natural dentro da política, mas a principal legitimidade que se pode conseguir é a consagração através do voto popular, muitos já passaram por esse processo, podemos citar no PSB o governador Eduardo Campos, um dos governantes mais bem avaliados, a frente do Estado que mais cresce no país, inclusive nos investimentos estrangeiros, para falar de São Paulo cito o deputado Marcio França o mais votado no campo da esquerda do Estado, e não poderia deixar de falar do deputado Ciro Gomes que proporcionalmente foi o mais votado no país.

Essa legitimidade que o PSB encontra através dos seus representantes junto a sociedade, nos coloca num dilema apresentar nossos quadros dentro de um projeto de candidatura a Presidência da República? Ou dar sustentação ao projeto apresentado pelo presidente Lula? O partido faz esse debate há tempos, e para tanto os panfletos dos que defendem as duas vertentes estão circulando. Li e fiz uma reflexão sobre a opinião do deputado Ciro Gomes, e muito me contemplou suas preocupações e seus apontamentos, sou um dos que realmente acredita que o PSB tem que ter candidato a presidente sempre!

Mas a candidatura é a expressão do projeto que o partido tem para apresentar ao país, e tal projeto passa pelo crescimento do partido, que ao contrário da opinião do deputado, preciso ressaltar o crescimento do PSB nas eleições de 2006, mesmo sem ter um candidato e ainda trazer a memória de muitos que existem partidos que sempre apresentou candidatos a presidência, mas ao invés de crescer ele desapareceu o PRONA é um exemplo disso, sem dizer os nanicos.

O PSB não se colocará ao lado daqueles que seus destinos são decididos pelos “SEIS” alocados nos gabinetes de Brasília, ao contrario nossas convenções vão legitimar nossos interlocutores junto à sociedade, e entendo que esse momento esta por chegar, seja ele qual for e a decisão que resultar disso, acredito que todos podemos defender nossas teses, porque todos vão jogar e nossa torcida estará junta, pois todos vão ao campo, ao convencimento, de que nós estamos subindo apenas mais um degrau a caminho do projeto de nação que o PSB vai apresentar ao povo brasileiro, esses degraus podemos encarar como as candidaturas a governador nos estados, a deputado federal e estadual, chapas completas competitivas e que representem não só o PSB, mas o extrato da sociedade brasileira, que é formada por negros, jovens, trabalhadores, profissionais liberais, funcionários públicos, empresários, índios, portadores de necessidades especiais, nossas bravas mulheres, ou seja, por João, Francisco, por todas as Marias e Clarisses e é esse o momento que devemos construir um Brasil com diferentes pessoas, mas com igualdade de oportunidades, para tanto é preciso construir um Brasil Socialista.

É melhor tomar banho de Arruda !!!

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Quero manifestar aqui a imensa vergonha que tenho de pessoas como essas que usam decididamente o nome de Deus para tentar obter ganhos ilícitos, Deus nunca esteve no meio disso. Mas não seria diferente, num mundo onde o gol de mão de Maradona e Henry são considerados como a mão de Deus é de se esperar que logo o dinheiro de propina fosse enviado por Deus. Esse mundo é que esta certo nos seus dogmas vamos institucionalizar a picaretagem, o desgoverno esta a todo vapor.

O que se esqueceu nesse mundo é que estamos de passagem e que dele nada levamos, o que nos transforma em meros mordomos daquilo que deveria ser administrado para o bem comum. Gestores que tem por dever realizar que todos possam ter igualdade de oportunidades, mas me deixa profundamente triste ver que alguns representantes tenham em suas mãos a sujeira que Paulo Betty se referiu uma vez, sujeira essa que não vem do desejo de moralizar, mas sim de se locupletar do que é público em beneficio próprio.

Enfiar a mão na merda é algo que precisa ser feito, o duro é quando não conseguimos mais distinguir o que é a mão.

Mas sou entusiasta, e acredito no meu país, porque acredito que Deus abençoou essa terra que não tem catástrofes naturais, tudo que se planta nasce, a água é abundante e tem um povo digno, de luta, de misturas, Brasil mostra a tua verdadeira cara! De um povo de luta que não foge da raia.

Saudações Socialistas e brasileiras com muito orgulho !!!